O álbum foi lançado em dezembro de 1966 e se tornou o primeiro disco de Loretta Lynn a alcançar o número um na parada de álbuns country da Billboard. A faixa-título, escrita por Lynn e sua irmã Peggy Sue, foi um enorme sucesso e é considerada um hino feminista inicial na música country.
Gravado no estúdio de Owen Bradley em Nashville, Tennessee, o álbum contou com músicos de sessão de primeira linha, incluindo o guitarrista Harold Bradley e o pianista Floyd Cramer. A produção de Bradley ajudou a definir o som clássico de Lynn, combinando honky-tonk com arranjos polidos.
O álbum foi controverso para sua época por suas letras diretas sobre alcoolismo e infidelidade masculina, levando algumas estações de rádio a se recusarem a tocá-lo. No entanto, seu sucesso comercial consolidou Lynn como uma das vozes mais importantes da música country dos anos 1960.