Stan Getz gravou The Steamer em 1955 pela Verve Records, produzido por Norman Granz. O álbum captura Getz em um ambiente de jazz relaxado, com um quarteto incluindo Lou Levy no piano, Leroy Vinnegar no baixo e Stan Levey na bateria. As sessões ocorreram em Los Angeles.
O título do álbum refere-se ao som fluido de Getz, como uma máquina a vapor. A gravação mostra seu estilo lírico e habilidade de improvisar sobre standards. É considerado um exemplo inicial de sua maturidade artística no cool jazz.
Embora não tenha sido um grande sucesso comercial no lançamento, The Steamer foi reavaliado pela crítica como uma obra sólida de Getz. A crítica destaca a coesão do quarteto e a clareza das interpretações, especialmente em faixas como 'Yesterdays' e 'It Don't Mean a Thing'.